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O Reiki (palavra japonesa que deriva de Rei
[energia universal de vida] e ki [energia vital
individual]) foi descoberto cerca de 1920, por Mikao
Usui, que começou quase de imediato a aplicá-lo,
tendo a sua prática sido objecto de uma enorme
divulgação, já nos finais do século XX, alguns anos
após ter extravasado as fronteiras japonesas. É com
esta terapia vibracional que se efectua a abordagem
inicial do paciente, sendo, por vezes, o ponto de
partida para as restantes.
Que é o Reiki?
A
angústia, a ansiedade, a depressão,
a tensão excessiva, os pensamentos e
atitudes negativas, as preocupações em
demasia, a falta de autoconfiança, o
amor-próprio diminuído, bem como inúmeros
outros factores contribuem decisivamente para
desequilibrar constantemente o nosso
organismo, prejudicando assim o seu normal
funcionamento.
O Reiki é um método natural de cura baseado
na imposição das mãos em determinadas áreas
do corpo e constitui uma resposta conveniente
para um vasto conjunto de transtornos.
Recorrendo à energia de vida que nos rodeia,
canalizada pelo terapeuta, proporciona o
equilíbrio energético que se manifesta num
profundo bem-estar emocional, mental e físico.
O Reiki pode ser usado isoladamente ou
como complemento de qualquer outro tratamento
convencional ou não, caso em que potencia os efeitos
desejáveis e minimiza os indesejáveis daquele.
Descoberto por Mikao Usui nos anos 20 do
século XX, este método de cura conhecido como
Reiki tem vindo a ser alvo de uma contínua e
crescente divulgação à escala mundial,
nomeadamente a partir dos anos 80 do século XX.
Sendo absolutamente natural e não lhe sendo
conhecidas quaisquer contra-indicações, o Reiki
constitui verdadeiramente uma terapia de
eleição para o futuro que se avizinha.
A Energia de Cura
As
culturas orientais, ao considerarem que
tudo é energia, sempre defenderam o conceito de
que os seres vivos, para além de serem
energia, assim como os objectos inanimados, se
nutrem com um tipo específico de energia
(que o homem até hoje, independentemente dos enormes
e quase inacreditáveis avanços tecnológicos e
científicos ainda não conseguiu produzir por meios
artificiais). No ocidente, apenas as mais
recentes teorias, conhecidas no seu conjunto
como mecânica quântica, parecem comprovar
e permitem começar a entender cientificamente
estas questões.
O bem-estar físico, mental, emocional e
espiritual de cada indivíduo é garantido por um
fluxo harmonioso e consistente de energia
vital, que ele capta do meio ambiente. A
interrupção, o enfraquecimento ou a desarmonização
desse fluxo debilitam inevitavelmente as funções
vitais, deixando estas de se processar ao ritmo
conveniente, originando em última instância o
enfraquecimento do organismo e dando lugar a
eventuais desordens mais ou menos graves,
quer a nível físico, quer mental.
A energia que provém da sinergia entre
a energia vital universal (presente em toda a
parte) e a energia individual (inerente a
cada ser vivo em particular) – uma energia capaz de
preservar a saúde e de assegurar a vida
– resulta muito mais poderosa do que a actuação de
cada uma delas em separado.
Cerca de 1920, Mikao Usui, descobriu uma técnica
de manipulação dessa energia, que permite
reforçar e restabelecer em qualquer
indivíduo a sua capacidade inata de preservar a
saúde.
Quase de imediato ele começou a aplicá-la e a
divulgá-la, tendo a sua prática sido objecto de uma
enorme divulgação, sob o nome de Reiki,
já nos finais do século XX, alguns anos após ter
extravasado as fronteiras japonesas. Por si só, ela
constitui um sistema de cura energética e de
transformação pessoal.
O Reiki
Nos seres humanos, esta maravilhosa técnica
energética é capaz de nutrir e curar o corpo,
a mente, as emoções e o espírito, uma vez que para
além de ser uma força geradora de vida, é
inteligente e encoraja a vontade de cura
holística (que é muito mais do que a simples
eliminação dos sintomas físicos, uma vez que procura
o equilíbrio da trilogia mente-corpo-espírito
como um todo).
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Longe de constituir apenas uma moda, o Reiki
(por mérito, próprio conferido pela sua simplicidade
e eficácia comprovada, uma vez que actua por
simples imposição das mãos), tem vindo rapidamente a
ganhar terreno como terapia complementar ou
até mesmo alternativa às tradicionais. A sua real
valia já foi reconhecida em países como os Estados
Unidos, Alemanha, Inglaterra, Canadá, Brasil, entre
muitos outros, onde um número crescente de
psicólogos, enfermeiros, médicos e veterinários
tiram partido dele a par das restantes técnicas que
dominam, contribuindo para o transformar numa
verdadeira terapia do futuro.
Um praticante de Reiki é alguém que
está conscientemente sintonizado à energia universal
inteligente, deixando-se conduzir pela sua
sabedoria intuitiva, ao longo de toda a sessão
de tratamento, que geralmente se prolonga por 20 a
60 minutos, no decorrer dos quais ele constitui um
canal por onde a energia de cura flúi
desde a sua origem até ao paciente.
O Reiki actua não apenas ao nível físico,
afectando o funcionamento dos órgãos existentes nas
proximidades dos pontos de referência (quer
promovendo desbloqueios, quer reforçando
localmente a energia interna), mas sobretudo a um
nível muito mais subtil, beneficiando a
situação mental, emocional e
espiritual do paciente e predispondo-o para a
cura.
O Tratamento de Reiki
Se
pedir a opinião de qualquer pessoa que se tenha
sujeitado a um tratamento de Reiki,
irá decerto ouvi-la dizer que no mínimo constituiu
uma experiência muito agradável e
relaxante. Talvez até se surpreenda por ouvir
alguém dizer que dormitou o tempo todo mas que
depois sentiu uma tranquilidade e um vigor
indescritíveis. Pode dizer-se que os efeitos obtidos
são essencialmente: obtenção de um relaxamento
profundo, dissolução de bloqueios
energéticos, desintoxicação e
robustecimento, impregnação com a energia
da universal de cura, aumento da frequência
vibracional do organismo.
O tratamento de Reiki consiste na
canalização de energia de cura existente no
Universo para determinada pessoa, animal ou planta.
Os únicos instrumentos a que se recorre são as mãos
do terapeuta, que tocam muito suave e
delicadamente o corpo do paciente em
determinados pontos, o que por vezes nem será
necessário.
Essa pessoa, animal ou planta ir-se-á servir dessa
energia para promover a sua própria cura,
ao reforçar a sua energia interna, daí que
seja justo dizer-se que um terapeuta de
Reiki não é um curador, mas sim um canal
através do qual a energia de cura flúi até ao
paciente.
O Reiki não costuma ser praticado com os
intervenientes despidos, mas é conveniente que o
vestuário do paciente, seja confortável,
sem quaisquer pontos onde aperte demasiado o corpo.
Para além disso, apenas convirá desapertar ou
retirar alguns acessórios, tais como cintos,
relógios, jóias ou bijutarias que possam perturbar a
actuação do terapeuta.
Indicações e Contra-indicações do Reiki
A
complexidade das circunstâncias em que a
nossa vida actualmente decorre e a constante
luta contra o tempo que lhe está subjacente,
prestam-se a provocar o rápido desgaste das
nossas reservas energéticas, que tende a agravar-se
rapidamente sobretudo porque persistimos em ignorar
os sinais de alerta que as áreas mais
debilitadas do corpo enviam à nossa mente.
A lista de situações nas quais a aplicação do
Reiki se revela vantajosa, é
praticamente infindável, abrangendo desde
ligeiras indisposições até às doenças mais
letais, onde faculta desde o alívio dos
sintomas até à cura total.
O tipo de energia que o Reiki
constitui, jamais poderá fazer o menor mal quer a
si, quer a quaisquer outros seres sobre os quais
actue, uma vez que nunca conseguirá sobrepor-se à
própria vontade do receptor. É sem dúvida notável
que, sendo tão poderoso, não possua
contra-indicações, mas isso deve-se ao facto de ser
uma energia amorosa, que apenas actua como
catalisador para o bem.
Uma vez que o Reiki origina mudanças,
por vezes muito profundas, um ou outro
sintoma passageiro poderá ser menos agradável,
convindo ser visto como o arauto de uma cura
mais cabal. Mas, em caso de dúvida, já sabe,
consulte o seu terapeuta, fale connosco.
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