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(...) E pera isso queria que, feridas
As filhas de Nereu no ponto fundo,
D' amor dos Lusitanos incendidas
Que vêm de descobrir o novo mundo,
Todas nũa ilha juntas e subidas,
(Ilha que nas entranhas do profundo
Oceano terei aparelhada,
De dões de Flora e Zéfiro adornada) (...)
Luís de Camões -
Lusíadas - Canto IX - 40
(...) Jaz entre a
folhas Zéfiro abafado,
O Tejo adormeceu na lisa areia;
Nem o mavioso rouxinol gorgeia,
Nem pia o mocho, às trevas costumado. (...)
Já sobre o coche de ébano estrelado
Soneto de Manuel Maria Barbosa Du Bocage
PORQUÊ ZÉFIRO?
Da mitologia grega
herdámos os Anemoi, divindades naturais ligadas aos
ventos, cada um deles soprando duma das oito direcções
cardeais, predominando numa determinada época do ano e sendo
responsável por condições climatéricas específicas.
Os nomes dos Anemoi e os respectivos pontos cardeais são
Bóreas (N), Kaikias (NE), Eurus (E),
Apeliotes (SE), Nótus (S), Lipes (SO),
Zéfiro (O) e Skiron (NO).
Ainda existe na ágora de Atenas o Horologion
(Torre dos Ventos), que é uma torre de mármore de planta
octogonal e que terá sido construída cerca do ano 50 a.C.,
na qual cada face corresponde a um dos ventos cardeais.
De entre os Anemoi, merecem maior realce os seguintes:
Bóreas, que é o bravio vento de Norte;
Eurus, que é o vento que traz calor e chuva de Leste;
Skiron, que é um vento quente, muito seco, que sopra do
deserto do Saara em direcção ao litoral Norte da África (onde
causa gigantescas tempestades de areia), até ao Sul da Itália;
Nótus, que é o vento quente e seco do Sul;
Zéfiro, que é o vento do Oeste, considerado uma brisa
suave ou vento agradável, pois é o mais suave de todos os
ventos, tido por benfazejo,
fecundante e, por vezes,
portador de chuva, que chega com as
andorinhas, como mensageiro da
Primavera.
Na mitologia grega, Zéfiro é filho de Eos (a
aurora) e Astreu. Foi casado com Íris e vivia numa caverna da
Trácia. Um dos mitos do vento Zéfiro diz que este
fecundava as férteis éguas que pastavam numa certa região da
Lusitânia, tornando os cavalos dessa zona invulgarmente
velozes,
tanto quanto o
próprio Zéfiro, tendo-se
tornado muito admirados e conhecidos como os "filhos do vento"
(dando origem àqueles a que hoje chamamos os cavalos da raça Puro Sangue
Lusitano).

Tal como o vento Zéfiro, também o nosso intuito é de que
a sua progressão na área da espiritualidade e do
desenvolvimento pessoal seja pautada pela suavidade, que
seja igualmente agradável, benfazeja, fecundante e que seja
mensageira das energias e da mudança inerentes à Nova Era,
tendentes à Ascensão global da Humanidade através do
desenvolvimento pessoal de cada Ser em termos individuais.
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Não se convença, porém, que o nome Zéfiro nos manterá
prisioneiros da antiguidade clássica ou que soprará apenas de
Oeste. Bem pelo contrário este nosso ZED será influenciado por
suaves brisas de todos os quadrantes de onde a Luz
possa chegar até nós.
O QUE FAZEMOS?
Veja por si o que temos
para lhe oferecer, através dos tópicos propostos para
estudo, debate e trabalho, no grupo ao qual
o/a convidamos a participar:
Afirmações Positivas;
Águas Energizadas;
Arcanjos;
Aromaterapia;
Atlântida;
Auto-conhecimento;
Clube de Leitura;
Combate ao Stress;
Conversas com Deus;
Crianças, Jovens e Adultos Índigo;
Cristaloterapia;
Cromoterapia;
Danças de Roda Sagradas;
Desbloqueio Emocional;
Desenvolvimento Pessoal;
Evitar o Stress;
Florais e Elixires;
Gnosticismo;
Grande Fraternidade Branca;
Harmonização Energética;
Kabala;
Lei da Atracção;
Libertação de Dependências;
Lugares Sagrados;
Magia Branca;
Manutenção do Sistema Áurico;
Mensagens Subliminares;
Misticismo;
Motivação;
O Segredo;
Obter Prosperidade;
Ocultismo;
Oração Científica;
Poder da Afirmação;
Poder da Oração;
Poder Interior;
Princípios de Chakraterapia;
Profecia Celestina;
Programação Neurolinguística;
Protecção Espiritual;
Raios Divinos;
Relaxamento;
Sanjeevinis;
Superar a Ansiedade;
Técnicas de Meditação;
Técnicas Elementares de Massagem;
Técnicas para Fazer Pedidos;
Teosofia;
Transferência Energética;
Velas, Incensos e Oração;
Vencer a Depressão;
Vencer o Medo;
Visualização Criativa;
Vórtices da Terra;
Xamanismo;
entre muitos outros temas de inegável interesse.
Sugere-se que cada tema, uma vez eleito para
trabalho, seja objecto de estudo individual e colectivo,
baseado em suporte escrito, visual, acústico, ou
informático, sempre que tal seja viável, a fim de proporcionar
uma documentação tão diversificada quanto possível (referimo-nos
a manuais, sebentas, artigos, gravações de vídeo, gravações de
áudio, projecção de slides, aplicações informáticas, etc.).
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